19 de março de 2011

Niver da Igreja e Posse do Pr. Elias



Foi super bom os cultos em comemoração ao aniversário da Igreja Batista do Morumbi e posse do Pr. Elias.
Esse é o 21º aniversário da Igreja e a 2º Igreja pastoreada pelo Pr. Elias, que teve sua primeira experiência pastoral na Igreja Boas Novas de Missal.



Aviso

Será no dia 26, próximo sábado o primeiro encontro dos Jovens do Morumbi.


Não perca!

10 de março de 2011

Convite para o nosso primeiro encontro

Slogan


Por que...

  1. “Pessoas perfeitas” são naturalmente orgulhosas e jamais admitem seus erros sempre tendo uma desculpa para as suas falhas;
  2. Pessoas que se acham perfeitas são vaidosas e sacrificam tudo em função de lustrar ainda mais o seu ego;
  3. “Pessoas perfeitas” são obstinadas, teimosas e resistentes a qualquer disciplina ou instrução, afinal, são perfeitas;
  4. “Pessoas perfeitas” sempre estão tentando remover o cisco no olho do outro sem jamais admitir que haja uma trave em seu próprio;
  5. “Pessoas perfeitas” sentem-se naturalmente à vontade para julgar os outros, apontar o dedo destacando o erro na vida de todos ao redor;
  6. Pessoas que vêm a si mesmas como perfeitas não conseguem construir laços de comunhão com os outros porque se acham acima da média enquanto que os outros são pobres coitados;
  7. “Pessoas perfeitas” quase sempre são defensivas ou agressivas demais por estarem sempre protegendo sua própria pretensa “perfeição”;
  8. “Pessoas perfeitas” também tendem a ser duras e impiedosas no trato com as fraquezas dos outros, porque só se compadece aquele que aprendeu a compartilhar da vergonha, da fraqueza e da dor;
  9. “Pessoas perfeitas” tal e qual o fariseu em sua oração (Lucas 18.11) não perdem a oportunidade de elogiarem a si próprias desprezando as outras pessoas ao seu redor;
  10. Finalmente, aqui é proibida a entrada de “pessoas perfeitas” porque elas têm a mente tão fechada, os olhos tão tapados e o coração tão endurecido que não percebem que são tão carentes da graça divina como os mais miseráveis dos pecadores. Foi exatamente por isso que Deus “encerrou a todos sob a iniqüidade para com todos usar de misericórdia” (Romanos 11.32).


Mas, o que fazer quando nós mesmos somos tentados a nos sentir perfeitos? Quando nossas realizações ou os elogios dos outros nos fazem estufar o peito, arrebitar o nariz e encher a alma de orgulho e a boca de auto-elogios? O que fazer quando nós baixamos a guarda e começamos a nos sentir ou a nos portar como “gente perfeita”?

Sentir-se perfeito é certamente um claro sintoma de alguém que está distanciando-se da maravilhosa graça de Deus. Quando isso acontece a única saída é voltar-se para a cruz de Cristo e nos prostrarmos diante do Pai, lançar nossas coroas diante do Seu trono (Ap 4.10) reconhecendo que a Ele pertence toda a honra, competências e virtudes que temos; e nos humilharmos perante ele conscientes que qualquer orgulho é o esconderijo perfeito para pecados que envenenam nossa alma. Prostrar-se aos pés da cruz é permitir que nossa alma se encha do amor que alcançou e transformou um pobre, cego e nu (Ap 3.17) como eu num filho de Deus (Jo 1.12).

Ilton Carlos